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Unidade de Neonatologia do Hospital de Cascais: proteger desde o primeiro instante

​​​​São 300 a 400 os bebés que todos os anos são recebidos na Unidade de Neonatologia do Hospital de Cascais. Desde infeções, pneumonias, dificuldade respiratória com necessidade de apoio ventilatório, problemas de intolerância ou dificuldades alimentares, as situações variam, pois nem sempre os bebés se adaptam de imediato às condições pós-nascimento. Referimo-nos a bebés com um tempo de gestação normal e que são cuidados neste serviço durante o primeiro mês de vida.

 

Outro grupo é constituído pelos bebés prematuros, que nascem entre as 28 e as 34 semanas e aqui ficam a crescer, rodeados de condições que imitam o mais possível o conforto do útero das mães. Com menos de 28 semanas, havendo risco de parto iminente, a grávida é encaminhada para os hospitais de apoio perinatal diferenciado. Embora também se considerem prematuros entre as 35 e as 37 semanas, nesta fase, se o bebé estiver bem e conseguir mamar, não precisa de ser internado na Unidade Neonatal, mas fica junto da mãe no internamento conjunto.

 

Há um programa específico de cuidados aos bebés internados em que é preponderante o papel da equipa de enfermagem no apoio e ensino à família. Sempre que necessário há o apoio da equipa de Medicina Física e Reabilitação com fisioterapia ou terapia da fala. Pais e mães têm aqui o seu lugar assegurado, próximo dos seus bebés e aqui aprendem a cuidar dos seus filhos. "O objetivo é que os pais estejam integrados e possam prestar o mais possível os cuidados aos seus bebés, mesmo sendo bebés doentes", diz Manuel Cunha.

 

Toda a equipa procura que os pais façam parte integrante da vida do seu filho, desde o primeiro instante. Mas é um período delicado e muito exigente, daí haver uma psicóloga a dar apoio aos pais que precisem de um acompanhamento mais específico.

 

Se houver alguma malformação a precisar de correção cirúrgica, o bebé é encaminhado para outro Hospital. Nestes casos, havendo um diagnóstico pré-natal, a própria grávida é encaminhada para os serviços de referência.

 

Colaboração: Manuel Cunha, neonatologista, diretor do Departamento da Criança do Hospital de Cascais

 

Especialidades em foco neste artigo:Neonatologia